Você realmente sabe se vender? Ou fica se empurrando sem ser valorizado?

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Maryana com Y 🏳️‍🌈
Especialista em Bom humor e Felicidade | Linkedin Creator | TEDx Speaker | Palestrante e treinadora | Coautora do Best Seller "SOFT SKILLS"e “BALANCED SKILLS”

Tem gente confundindo “vender” com “incomodar”. O que era pra ser conexão vira panfletagem. O que podia ser encantamento vira insistência. E o pior: quanto mais a pessoa tenta “forçar a barra”, menos interessante ela parece.

No noss dia a dia que o tempo é cada vez mais escasso e decisões são emocionais (sim, emocionais, mesmo nas reuniões cheias de planilhas) a forma como você se apresenta, vale mais do que o currículo que carrega. As pessoas não compram o que você faz, mas porque você faz. E quem nos ensinou isso foi Simon Sinek, no clássico TED “Start with Why” (https://www.ted.com/talks/simon_sinek_how_great_leaders_inspire_action).

Se vender não é falar alto. É saber escutar. Não é despejar informação. É resolver um problema. Não é empurrar seu produto em todo post, é ser lembrado quando alguém disser: “eu preciso de alguém assim”. E isso só acontece quando você vira o “colaborador que só quer ser promovido” ou “o palestrante que só quer vender uma palestra” ao invés de ser a pessoa que resolve um problema real de quem cruza o seu caminho.

A neurociência já mostrou que a decisão é ativada pela emoção e justificada pela razão (Damasio, O Erro de Descarteshttps://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0896627300802350). Ou seja, quem inspira primeiro, vende depois. E a inspiração nasce do exemplo, não da exibição.

A maioria dos profissionais incríveis não tem problema de competência. Tem problema de comunicação. Sabem muito, mas falam de um jeito que não toca. Têm experiência, mas não conseguem traduzir isso em valor percebido. E o mercado não valoriza o que é invisível, por mais profundo que seja. Se você não se mostrar com verdade e estratégia, alguém menos  preparado com toda certeza, vai ocupar o espaço que era seu.

Aliás, vender bem não é sobre convencer. É sobre permitir que o outro se reconheça no que você entrega. Quando você compartilha sua história com intenção, quando fala das suas dores com inteligência e dos seus aprendizados com leveza, você vira espelho. Você deixa de ser só mais um e vira ponto de referência. E nesse ponto, as pessoas não só compram sua ideia, elas querem caminhar com você.

Num mundo barulhento, ser interessante é melhor do que ser insistente. Gente interessante é aquela que resolve, que ensina, que toca, que inspira. Que fala menos do que posta e ouve mais do que interrompe. Que não precisa “forçar gatilho” porque se tornou um gatilho de inspiração, de transformação, de confiança. Se vender com alma é isso  é deixar sua marca antes mesmo de falar seu preço ou salário desejado.

Você não precisa “se vender” o tempo todo. Mas precisa aprender a ser lembrado com desejo e não com desdém. Isso exige escuta, clareza de valor e presença autêntica. Como diz a pesquisadora Brené Brown, “a vulnerabilidade é o berço da inovação, da criatividade e da mudança” (https://brenebrown.com/podcast/brene-with-james-clear-on-atomic-habits-part-1-of-2/). Quem mostra sua verdade com estratégia, se conecta. E quem se conecta, vende sem forçar.

Quer se promovido, seja interessado, sirva as pessoas, além de ser útil traga significado para suas relações, é impossível ignorar o melhor, isso fará você ser visto para ser promovido. Maaaaaas agora >>>>

🚨 Agora se você é palestrante e ainda sente que está empurrando sua palestra ao invés de atrair convites, essa mentoria gratuita é pra você.Ela é online, direta ao ponto e vai te mostrar como vender sem panfletar, encantar sem bajular e crescer sem implorar.

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Com humor,

Mary

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